quinta-feira, 9 de setembro de 2010

arrependimento

por vezes temos que traçar objectivos, saber o que é realmente importante para nós..
Sem pensar magoei-te, com o meu egocentrismo e sem forca de vontade para manter algo contigo.
agora arrependo-me.
senti o medo de te perder… lágrimas caiam no chão assim que soube o que te podia acontecer.
o que sinto por ti é verdadeiro, e não é a distancia que vai estragar tudo.
tenho confiança em ti, sei que contigo podemos vencer. sei que tu me adoras, e apesar de nunca ter demonstrado, também o sinto por ti.
por ti fugia, por ti eu luto. pelo teu amor.
És tudo o que eu preciso para ser feliz, és tudo o que um homem pode querer e desejar.
eu adoro-te, mesmo.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quem sou eu?

Numa noite, abri a janela, olhei para o céu, estava brilhante, só com a luz das estrelas. Acendi um cigarro e comecei a pensar.
O que és tu afinal? Uma imagem? Um ser que tem a capacidade de agarrar o que quer e depois deitar fora? Ou és mesmo uma pessoa por quem eu me iludi?
Estou fora de controlo. Sinto-me completamente acorrentado a ti.
Há vezes que pensamos no que somos, no que queremos realmente. E não encontramos respostas. Não sabemos o que fazer.
Quando souber o que quero, aí sim eu posso me libertar de ti.
Parece uma sessão de puro masoquismo, onde te magoam e voltas a fazer o mesmo, outra vez e outra vez, sabendo que te vais lixar com isso. E depois dizes - "quero-te esquecer" - se nem o tentas fazer. Aí é quando te sentes "acorrentado".
Sou estúpido e masoquista então? Capaz…
E ainda me culpas por isso?! É tudo graças a ti.
Isto é passado.
Talvez presente, porque ainda nem eu sei quem eu sou.
E possível futuro.
Mas vai ter um fim.
O vento a bater suavemente na cara, o fumo do cigarro a desaparecer, e a iluminação da cidade com a luz das estrelas e da lua... é na situação em que estou. Mas sei uma coisa.
O ar que respiramos já não é o mesmo. Já não preciso de ti.
Sou alguém livre, em actual melancolia. Que só preciso de uma estrela para iluminar o meu caminho.
Será que é isso que eu afinal sou?
Não sei. Talvez.
Sinto-me bem com isso, como um pássaro a voar para o infinito. Livre como tal.